quinta-feira, 15 de maio de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008

"ANJO DEL DIABLO"
" WANDERING STAR
Please could you stay awhile to share my grief,
For it's such a lovely day,
To have to always feel this way,
And the time that I will suffer less,
Is when I never have to wake.
Wandering stars,
For whom it is reserved,
The blackness of darkness,forever,
Wandering stars,For whom it is reserved,
The blackness of darkness, forever.
Those who have seen the needles eye,now tread,
Like a husk, from which all that was now has fled,
And the masks, that the monsters wear,
To feed, upon their prey.
Wandering stars,For whom it is reserved,
The blackness of darkness, forever,
Wandering stars,
For whom it is reserved,
The blackness of darkness, forever.
Doubled up inside,
Take awhile to shed my grief,
Always doubled up inside,
Taunted, cruel.
Wandering stars,
For whom it is reserved,
The blackness the darkness, forever,
Wandering stars,For whom it is reserved,
The blackness, the darkness, forever."_PORTISHEAD
PARA EL "ANJO DEL DIABLO" QUE TIENE CUEVITAS EN LA CARA
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
domingo, 23 de dezembro de 2007
ONE MAGICAL 2008
"BBB! PRODUCTIONS"
FELIZ NATAL!!!BOM 2008!!!
FELIZ NAVIDAD!!!BUENO 2008!!!
FELICE NATALE!!!BUON 2008!!!
terça-feira, 13 de novembro de 2007
“…
Com la diferencia sexual, por su parte, hasta el momento há existido un fundamento biomórfico para la generación. Y eso se pone de manifiesto en el papel de la atracción sexual. El macho humano está constituído de modo tal que debe sentirse sexualmente excitado, pues de no ser así no habría erección, ni fecundación, ni supervivencia de la espécie. La belleza femenina está de este modo vinculada com la capacidade de estimular y excitar- y reproducir-, y la hoy legendaria “mirada masculina” es un agente de la evolución.
Esto, naturalmente, podia cambiar si el reabestecimiento de la espécie legara a separarse de la psicoquímica de la excitación sexual. El viagra todavia requiere la estimulación sexual, pero es casi seguro que existirán prótesis eréctiles que puedan prescindir de este atavismo, permitiendo que la erección sea una cuestión de voluntad y reproduciendo de este modo eso que según San Agustín fue la condición de Adán antes de la Caída, cuando era capaz de plantar su semilla sin las tempestades e la pasión. Emancipada de los imperativos del atractivo , la hembra humana será livre de adoptar el aspecto que quiera, com indiferencia de lo que excita a los hombres. No está nada claro además que los métodos postadánicos de fecundación estén escritos en el genoma. Con la clonación y técnicas afines, podemos imaginar e incluso vaticinar una época en la que los hombres solo se les requiera sexualmente para el placer sexual, o en la que incluso puedan ser clonados a causa de los problemas sociales atribuídos a la testoterona. Nos adentramos en un mundo feliz y a cada dia que pasa la estética del Tercer Reino se vuelve menos frívola.
…”
El abuso de la belleza- Arthur C.Danto
domingo, 4 de novembro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
terça-feira, 11 de setembro de 2007
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
terça-feira, 14 de agosto de 2007

“
…E tambem não é verdade que existem coisas de loiça branca como as que a gente viu uma vez nos catálogos.
Winfield olhou-a com gravidade. Apontou para o departamento sanitário-
-Ali dentro, hein?
-Não sei. Sou uma mentirosa de alto lá com um charuto. Para que é que hei-de contar-te coisas?
-Vamos lá ver - propôs winfield.
-Eu já lá estive - Afirmou Ruthie.- Já me sentei em cima daquela louça e até mijei nela.
-Tu não fizeste nada disso - contradisse winfield.
Foram até às instalações sanitárias e, desta vez, Ruthie não sentiu medo. Corajosamente, conduziu o irmão até ao interior do departamento. As retretes seguiam-se em fila a um lado da grande sala e cada uma delas formava um compartimento isolado e tinha a sua porta. A porcelana branca rebrilhava. Na parede fronteira, corria uma fila de lavatórios, enquanto na terceira parede havia três compartimentos com chuveiros.
-Estás a ver? – Disse Ruthie. São as bacias que a gente viu naquela catálogo. – Aproximaram-se os dois de uma das bacias e Ruthie , num acesso de bravura levantou a saia e sentou-se nela. – Não te contei que já aqui estive? – Disse. Como para confirmar o que dizia , ouviu-se um murmúrio de água dentro da retrete.
Winfield ficou embaraçado. A mão dele movimentou a alavanca da água. A água precipitou-se num tumulo. Ruthie deu um salto e saiu a correr. Um pouco afastados, ela e winfield ficaram-se a olhar o compartimento misterioso. O silvo da água correndo persistia.
-Vés o que tu fizeste? – fez Ruthie. – quebraste aquilo. Eu bem vi.
-Não quebrei nada. Palavra de honra que não.
-Eu vi, sim- disse Ruthie. –Não se te pode mostrar nada bonito, que tu não tenhas logo vontade de escangalhar tudo!
Winfild baixou a cabeça . Olhou para Ruthie e os seus olhos encheram.se de lágrimas. Tremia-lhe o queixo e Ruthie arrependeu-se imediatamente.
Não faz mal – disse ela.- Eu não digo nada a ninguém. A gente diz que aquilo já estava quebrado. Não é melhor dizermos que nem estivemos aqui. –Levou o irmão para fora do departamento.
…
-Mãe a senhora já viu? Ali há umas bacias brancas, muito bonitas.
- Estiveste lá dentro? Perguntou a mãe.
-Sim. Eu e o Winfield- disse, acrescentando traiçoeiramente:- Mãe, o winfield quebrou uma daquelas bacias.
-Winfield corou e olhou para Ruthie com raiva.
-E ela mijou na bacia- disse maldosamente.
A mãe sentia-se apreensiva.
-Que é que vocês andaram a fazer? Venham mostrar-me, andem!_ Fê-los entrar no departamento. _Que é que vocês fizeram?- Perguntou.
Ruthie apontou com o dedo.
-Foi ali. Fazia che…che, mãe. Mas agora já parou.
-Mostra o que fizeste!- Mandou a mãe.
Relutante, Winfield dirigiu-se para a bacia.
-Não puxei com força- disse. _ Só agarrei aquilo e…
A água tornou a cair com força na retrete.
Winfield deu um salto para o lado.
A mãe riu, atirando a cabeça para trás. Ruthie e winfield observavam-na ressentidos.
-Mas é assim mesmo que isto funciona- explicou a mãe.
…E tambem não é verdade que existem coisas de loiça branca como as que a gente viu uma vez nos catálogos.
Winfield olhou-a com gravidade. Apontou para o departamento sanitário-
-Ali dentro, hein?
-Não sei. Sou uma mentirosa de alto lá com um charuto. Para que é que hei-de contar-te coisas?
-Vamos lá ver - propôs winfield.
-Eu já lá estive - Afirmou Ruthie.- Já me sentei em cima daquela louça e até mijei nela.
-Tu não fizeste nada disso - contradisse winfield.
Foram até às instalações sanitárias e, desta vez, Ruthie não sentiu medo. Corajosamente, conduziu o irmão até ao interior do departamento. As retretes seguiam-se em fila a um lado da grande sala e cada uma delas formava um compartimento isolado e tinha a sua porta. A porcelana branca rebrilhava. Na parede fronteira, corria uma fila de lavatórios, enquanto na terceira parede havia três compartimentos com chuveiros.
-Estás a ver? – Disse Ruthie. São as bacias que a gente viu naquela catálogo. – Aproximaram-se os dois de uma das bacias e Ruthie , num acesso de bravura levantou a saia e sentou-se nela. – Não te contei que já aqui estive? – Disse. Como para confirmar o que dizia , ouviu-se um murmúrio de água dentro da retrete.
Winfield ficou embaraçado. A mão dele movimentou a alavanca da água. A água precipitou-se num tumulo. Ruthie deu um salto e saiu a correr. Um pouco afastados, ela e winfield ficaram-se a olhar o compartimento misterioso. O silvo da água correndo persistia.
-Vés o que tu fizeste? – fez Ruthie. – quebraste aquilo. Eu bem vi.
-Não quebrei nada. Palavra de honra que não.
-Eu vi, sim- disse Ruthie. –Não se te pode mostrar nada bonito, que tu não tenhas logo vontade de escangalhar tudo!
Winfild baixou a cabeça . Olhou para Ruthie e os seus olhos encheram.se de lágrimas. Tremia-lhe o queixo e Ruthie arrependeu-se imediatamente.
Não faz mal – disse ela.- Eu não digo nada a ninguém. A gente diz que aquilo já estava quebrado. Não é melhor dizermos que nem estivemos aqui. –Levou o irmão para fora do departamento.
…
-Mãe a senhora já viu? Ali há umas bacias brancas, muito bonitas.
- Estiveste lá dentro? Perguntou a mãe.
-Sim. Eu e o Winfield- disse, acrescentando traiçoeiramente:- Mãe, o winfield quebrou uma daquelas bacias.
-Winfield corou e olhou para Ruthie com raiva.
-E ela mijou na bacia- disse maldosamente.
A mãe sentia-se apreensiva.
-Que é que vocês andaram a fazer? Venham mostrar-me, andem!_ Fê-los entrar no departamento. _Que é que vocês fizeram?- Perguntou.
Ruthie apontou com o dedo.
-Foi ali. Fazia che…che, mãe. Mas agora já parou.
-Mostra o que fizeste!- Mandou a mãe.
Relutante, Winfield dirigiu-se para a bacia.
-Não puxei com força- disse. _ Só agarrei aquilo e…
A água tornou a cair com força na retrete.
Winfield deu um salto para o lado.
A mãe riu, atirando a cabeça para trás. Ruthie e winfield observavam-na ressentidos.
-Mas é assim mesmo que isto funciona- explicou a mãe.
- Eu já tinha visto isso. Quando se acaba, puxa-se o botão.
…
-Eu estava lá dentro quando entrou uma senhora e começou a tomar banho. A senhora sabe como é que se faz? A gente entra numa coisa que parece um balcão, mas pequeno-sabe?- e lá dentro dá-se volta a uma rodinhae a água começa a cair em cima da gente. Àgua quente ou fria, conforme a gente quiser. Eu vi como se fazia e depois fiz o mesmo.
…”
Jonh Steinbeck em As vinhas da ira
…
-Eu estava lá dentro quando entrou uma senhora e começou a tomar banho. A senhora sabe como é que se faz? A gente entra numa coisa que parece um balcão, mas pequeno-sabe?- e lá dentro dá-se volta a uma rodinhae a água começa a cair em cima da gente. Àgua quente ou fria, conforme a gente quiser. Eu vi como se fazia e depois fiz o mesmo.
…”
Jonh Steinbeck em As vinhas da ira
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